
O líder do movimento “Mais Porto Santo” considera “um erro grave os partidos excluírem o Porto Santo do processo de revisão do Estatuto Político Administrativo da Região, o que poderia levar a que o Estatuto agora em discussão, fosse enviado para o Tribunal Constitucional correndo o risco de ser chumbado”.
Outro movimento “Juntos Pelo Porto Santo” enaltece os contactos que José António Castro tem vindo a estabelecer nesse sentido, sublinhando que o que está em causa é a defesa dos interesses do Porto Santo.
Em cima da mesa, referem, “está a questão do circulo eleitoral próprio como as Ilhas dos Açores, a falta de acesso aos cuidados de saúde da população e o bloqueio dos transportes..
Outro assunto poderá estar na ordem do dia, é a extinção da DRAPS, que assenta num “modelo africanizado esgotado do tipo “governador colonialista do século passado”, uma vez que todas essas competências são agora das Autarquias, conforme diploma aprovado pelo Governo da República ainda este mês…”
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