
As manifestações de pesar, dos diplomatas mundiais e até mesmo da população incondicional a Fidel, surgem de todo o lado. O luto continua. Mas quem passa por Cuba, na qualidade de turista, admite que a morte d´ El Comandante quase passaria ao lado, não fora as redes scoiais internacionais a projetarem a notícia.

No dia em que a morte foi anunciada, um grupo de estudantes portugueses, finalistas do curso de medicina, que passava férias na estância turística de Varadero, admitia ao FN que o assunto nem sequer era mencionado.Foram informados do desaparecimento do herói dos cubanos pelos familiares que residiam em Portugal.
O staff dos resorts mostrava-se solícito em dar resposta aos milhares de visitantes que enchem Varadero do que propriamente a carpir a morte do verdadeiro ícon da revolução cubana.

Um breve testemunho que mostra como também os grandes homens, pelo seu carisma, são incontornavelmente efémeros e já pouco dizem às gerações mais novas que constroem o futuro de Cuba.
Não será talvez o fim das ideologias, mas uma era de inquestionável mudança, sem Fidel, agora com os Estados Unidos também a se abrir a Cuba.


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