Residentes do Caminho da Fé continuam descontentes e impacientes a olhar para as máquinas “paradas”

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Os moradores do Caminho da Fé, nos Barreiros, em São Martinho, continuam descontentes com o estado das obras municipais que ali decorrem, apesar das explicações recentemente dadas ao FN por parte do vereador Miguel Gouveia, há cerca de uma semana.

Os moradores dizem que em Agosto iniciaram-se estas obras para mudança da rede de esgotos, que determinaram que as pessoas que moram na zona, cerca de trezentas, alegadamente, tenham tido de abdicar da entrada pela zona da Escola Gonçalves Zarco e tenham obrigatoriamente de ir até São Martinho e descer pela Via Rápida para assim poderem entrar no Caminho da Fé.

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“Esta situação arrastou-se durante dois meses. A obra finalizou no início de Outubro e hoje, um mês depois de finalizada, falta acaltroar a rua”, queixam-se. Os moradores questionam como é possível as máquinas já estarem há três semanas no início do Caminho da Fé, junto à escola, e até ao momento “não terem feito nada”. O resultado é que a via está em maui estado e os buracos “após a passagem de muitos carros, vão perdendo a brita, formando buracos ainda maiores”.

Recorde-se que já há cerca de uma semana o Funchal Notícias reportou, numa notícia assinada pela jornalista Rosário Martins, que os residentes se queixavam de que à CMF “faltaria financiamento para a asfaltagem”, tendo as primeiras chuvas começado a cair e a situação no asfalto redundado num caos, “com grandes transtornos para os moradores e até para os professores que leccionam na Escola Gonçalves Zarco”. Reconhecendo a utilidade das obras de saneamento, queixavam-se no entanto de falta de planeamento e atenção à chegada do Inverno. Porém, o vereador Miguel Silva Gouveia desmentiu a falta de dinheiro,g garantindo que a autarquia vai concluir a estrada. Simplesmente, a CMF detectou várias roturas na rede de água potável, no decorrer das escavações, pelo que a autarquia teria de efectuar substituições nas ligações aos ramais e ligações domiciliárias. Só depois de tudo concluído é que seria feita a pavimentação integral da rua, que faz parte da adjudicação.

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Porém, o que é certo é que os dias passam e os moradores continuam descontentes, acusando a autarquia de ter lá as máquinas mas não concluir o alcatroamento da rua. Os transtornos, assim, continuam, e os residentes estão por demais impacientes.

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