
A Instância Central do Funchal (ex-tribunal de Vara Mista do Funchal) começa a julgar na próxima quinta-feira, dia 3 de Novembro, a partir das 9h15, um casal acusado pela prática dos crimes de homicídio qualificado, por especial perversidade, roubo e profanação de cadáver.
O Ministério Público (MP) requereu o julgamento em tribunal coletivo. A defesa requereu o julgamento em tribunal de júri.
Trata-se do caso do ex-deputado do CDS-PP, Carlos Morgado, desenterrado de um terreno no Caminho dos Saltos, no Funchal, a 26 de Novembro de 2015 embora a morte tenha ocorrido em Março de 2015, altura em que o ex-centrista desapareceu.
Os arguidos estão em prisão preventiva desde 28 de novembro de 2015.
Segundo uma nota divulgada a 30 de Maio de 2016 pela Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), no essencial está indiciado que a vítima, residente na Ribeira Brava, professor reformado e ex-deputado regional, foi atraída pelo casal de arguidos a uma residencial no Funchal, local onde a manietaram e obtiveram com recurso a violência física, o código do cartão multibanco, o que permitiu aos arguidos procederem a vários levantamentos da respectiva conta bancária.
Segundo o MP “após obterem o que pretendiam, os arguidos assassinaram, por estrangulamento, a vítima e desmembraram o cadáver a fim de retirarem o corpo da residencial e procederem ao seu enterramento em terreno agrícola”.
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