O partido ‘Nós Cidadãos’ fez um primeiro banaço ao regresso às aulas/escolas e diz que foi tudo menos “normal”.
“Finalizada que está a primeira semana de aulas para a grande maioria dos alunos (dos diferentes ciclos de ensino) da Região Autónoma da Madeira, o partido ‘Nós, Cidadãos! –Madeira e Porto Santo’ interroga o Secretário Regional da Educação, Jorge Maria Abreu de Carvalho, sobre se já há solução para as diversas “anormalidades” que se registaram e marcam o arranque de mais um ano escolar, o de 2016-2017”, revela o partido em comunicado.
Depois de proferida a tradicional frase de que “o arranque do ano letivo fez-se dentro da maior normalidade”, o ‘Nós, Cidadãos!’ lembra e regista que esta dita “normalidade” está nutrida de muitas “deformidades” e até prováveis irregularidades.
“Por exemplo, são conhecidos em diversas escolas da região –desde as do 1.º ciclo até às grandes escolas secundárias do Funchal– problemas como o das turmas superlotadas; a carência de meios/materiais (informáticos, audiovisuais, para trabalho nos laboratórios, etc.) para apoio às atividades letivas; a falta de alguns professores que estão ainda por colocar; a falta de pessoal técnico especializado, de assistentes operacionais que zelem pela segurança dos alunos; e também a carência de recursos imprescindíveis para um adequado apoio aos alunos com necessidades educativas especiais (NEE)”, revela.
Diz ainda o partido que “existem também escolas onde elevadores continuam avariados (ou mesmo nunca funcionaram), onde o papel higiénico continua a não existir nas casas de banho, e até onde professores e alunos não dispõem de um bar que lhes permita satisfazer as necessidades alimentares e, portanto, têm de sair do estabelecimento de ensino nos intervalos das aulas para poderem comer.
O ‘Nós Cidadãos’ não esquece também que no que respeita à situação dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE), “em algumas turmas não foi respeitado o preceito legal que diz que estas só devem ter um número máximo de 20 alunos e não mais de dois com necessidades educativas especiais”.
“Descritas que estão algumas das situações mais graves, o ‘Nós, Cidadãos!’ pretende saber se a Secretaria Regional da Educação tem informação/conhecimento das mesmas, e se já desencadeou os procedimentos necessários para uma solução rápida e efectiva, para que assim seja verdadeira e objetiva a “normalidade” em algumas das escolas da região”.
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