Com a proximidade das eleições autárquicas de 2017, o Partido Popular Monárquico (PPM) volta a alertar para a importância de candidaturas independentes.
Segundo o dirigente do PPM João Noronha “a defesa de candidaturas subscritas por listas de cidadãos independentes pertence ao património político do PPM. Com o decorrer do tempo, os aparelhos partidários começaram a ficar cada vez mais fechados e impermeáveis à participação da sociedade civil”.
Para o PPM “nas condições actuais, uma carreira política bem-sucedida começa a ser pacientemente construída nas “jotas”. Nestas condições, uma parte significativa dos candidatos pode não ter qualquer prova dada na sociedade civil, mérito profissional relevante ou preparação adequada. A selecção depende de critérios como a carreira partidária, os laços familiares ou a garantia de fidelidade à liderança do partido. O que faz com que as escolhas dos candidatos muitas das vezes não seja pela verdadeira capacidade de cada um, mas sim pela serventia ao longo dos anos”.
Assim, segundo o partido, “as listas de independentes permitirão renovar os protagonistas políticos e trazer para a actividade política cidadãos a quem, de outra forma, faltaria o indispensável currículo partidário”.
O PPM defende a reforma do sistema político que melhore a qualidade da democracia portuguesa.
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