Quanto ao PS-Madeira, o Tribunal Constitucional (TC ), na análise às contas de 2011, aponta gastos e rendimentos que não se encontram suportados documentalmente de forma adequada.
Por exemplo, diversos registos de rendas sem suporte adequado, relativos à Federação da Madeira (documentos 39 e 43, de 31.01.2011, 2, 5 e 7 de 31.12.2011, do diário Bancos), bem como, ainda quanto a esta Federação, um recibo com o descritivo “contribuição de eleitos na Assembleia da República – Jul a Dez + Sub Natal 2011 – deputados da Madeira”, no valor de 110 euro, que foi emitido em nome do próprio Partido Socialista (o PS refere que, a partir de 2012, alterou este procedimento).
O PS fez juntar aos autos cópias dos recibos relativos às rendas da Federação da Madeira, nada mais esclarecendo, nem juntando documentação quanto ao demais apontado na auditoria, o que não convenceu o TC.
Na toada de irregularidades detectas pelo TC às contas dos partidos de 2011, nem o PPM escapou.
Diz o TC que o partido justifica com fotocópias e documentos internos despesas feitas por “Edmundo António Pimentel”, pagamento ao “Hotel Raga, SA”, gastos em serviços bancários e rendimentos designados “subvenções”, tudo totalizando o valor de 22.548,64€.
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