
“Eu venho cantar os Reis…” É este o pregão do dia. O Estepilha preza-se por venerar as boas tradições e os Reis não fogem à regra.
Façamos a analogia com os Reis do nosso tempo. Jorge Jesus até pode beliscar de quando em vez a Língua Portuguesa mas ninguém leva a mal porque é Rei no Sporting para desgosto dos benfiquistas..
Albuquerque é outro Rei mago da Madeira. Por isso, impõe-se que se cante hoje os Reis ao presidente do governo pós-jardinista. Só um Rei destronaria outro Rei como o foi o seu antecessor, Alberto João Jardim. Não há nada que inventar. Isto vai de Rei para cima.
E que dizer do mais recente Rei que governa o País? É uma Costa de sorrisos e promessas que até estimula o folguedo. Esperemos que não seja o canto da cigarra para depois não bater à porta da formiga. Mas, Rei que é Rei, nunca se dá mal na vida porque a linhagem o ampara sempre.
A populaça ante os novos Reis arrisca o pedido: “… não tem nada que me dê, dê-me um copinho de vinho”.
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