Conselho Regional do PSD-M congratula-se com indigitação de Passos Coelho para formar Governo

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Foto PSD-Madeira

O Conselho Regional do PSD/Madeira, reunido hoje em Santana, procedeu à análise dos pontos em agenda, tendo aprovado as seguintes conclusões que transcrevemos na íntegra:

  • O Conselho Regional congratula-se pela vitória eleitoral inequívoca do PSD/Madeira nas eleições legislativas de 4 de Outubro. Vencer em 10 dos 11 Concelhos e em 50 das 54 freguesias é um feito digno de realce, ainda mais no contexto em que estas eleições se materializaram.
  • A confiança demonstrada pelos madeirenses no PSD/Madeira é motivo de orgulho, mas também de responsabilidade acrescida. Como sempre, os nossos candidatos, as nossas comissões políticas de freguesia e de concelhia, e os nossos militantes e simpatizantes foram inexcedíveis nesta dura campanha em que logramos atingir o nosso objectivo principal: vencer as eleições. Aos que continuam a acreditar na força, na capacidade e no trabalho deste partido, o nosso muito obrigado.
  • O Conselho Regional considera que a vitória da Coligação “Portugal à Frente” é motivo de reconhecimento pelas circunstâncias extremamente difíceis que este governo enfrentou nos últimos quatro anos e meio. Mas em democracia não há vencedores antecipados e ninguém se pode arrogar dono do voto dos cidadãos. Os portugueses optaram pela continuidade e é essa vontade que tem de ser respeitada e acatada por todos. Quem ganha, governa; quem perde, faz oposição.
  • A maturidade democrática não é apenas uma questão de anos de democracia: é também, ou talvez sobretudo, uma questão de respeito e de legitimidade que os actores políticos devem saber interiorizar, de acordo com a soberania popular expressa em eleições.

O Conselho Regional saúda, nestes termos, a decisão do Presidente da República ao indigitar o Dr. Pedro Passos Coelho como primeiro-ministro de Portugal, consequência da inequívoca vitória obtida pela coligação “Portugal à Frente” nas eleições de 4 de Outubro. O tempo não está para aventureirismos ou para experimentalismos que podem pôr em causa o trabalho árduo e os sacrifícios realizados pelos portugueses pela recuperação do seu país.

  • Apelamos, por isso, ao bom senso e à responsabilidade de todos os intervenientes, nomeadamente do líder da oposição e dos deputados agora empossados: é fundamental para os interesses do país e dos portugueses manter a estabilidade governativa, a dignidade institucional e o respeito pela democracia.
  • Cremos que estão reunidas as condições para uma governação de qualidade. E acreditamos que com diálogo, perseverança e motivação é possível ultrapassar as principais diferenças entre os denominados partidos do arco da governação e manter a indispensável estabilidade que o país e os portugueses precisam e desejam.

Por último, mas não menos importante, queremos saudar os primeiros seis meses deste Governo Regional. Em apenas meio ano de executivo os madeirenses já perceberam que as nossas promessas são para cumprir e efectivar e que trouxemos para a realidade regional uma nova forma de estar e de fazer política baseada no diálogo, na concertação e na decisão ponderada. Os madeirenses podem continuar a contar connosco e com uma defesa intransigente dos seus interesses e das suas legítimas aspirações.