|*Com António Freitas|
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), droga é toda a substância que introduzida no organismo vivo modifica uma ou mais das suas funções. Esta definição engloba substâncias ditas lícitas – bebidas alcoólicas, tabaco e certos medicamentos – e, igualmente, as substâncias ilícitas como a cocaína, LDS, ecstasy, opiáceos, entre outras.

OMS define o conceito de dependência como sendo um estado psíquico e por vezes físico, caracterizado por comportamentos e respostas que incluem sempre a compulsão e necessidade de tomar a droga, de forma contínua ou periódica, de modo a experimentar efeitos físicos ou para evitar o desconforto da sua ausência, podendo a tolerância estar ou não presente.

Tendo em conta a classificação de Delay e Deniker as drogas podem ser:
Estimulantes: referem-se ao grupo de substâncias que aumentam a atividade do cérebro trazendo como consequência um estado de alerta exagerado, insônia e aceleração dos processos psíquicos.
Perturbadoras: referem-se ao grupo de substâncias que modificam qualitativamente a atividade do cérebro e produzem uma série de distorções qualitativas no funcionamento do cérebro, como delírios, alucinações e alteração na senso-perceção.
Sedativas: referem-se ao grupo de substâncias que diminuem a atividade do cérebro que fazem com que o cérebro funcione lentamente, reduzindo a atividade motora, a ansiedade, a atenção, a concentração, a capacidade de memorização e a capacidade intelectual.
Segundo o site do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), existem essencialmente as seguintes substâncias psicoativas (por ordem alfabética):
- Álcool
- Anfetaminas
- Barbitúricos
- Base Livre e Crack
- Benzodiazepinas
- Clorídrato de Cocaína
- Cogumelos Mágicos
- Derivados da Cannabis
- Ecstasy
- Heroína
- Inalantes
- Mescalina
- Morfina
- Ópio
- Novas Substâncias Psicoativas
- Tabaco
- Xantinas
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