
Os candidatos e activistas do BE estiveram hoje em contactos com os eleitores, na baixa do Funchal, designadamente nas paragens da Avenida do Mar.
Nas declarações à comunicação social, com o balanço deste dia de campanha, o primeiro candidato do Bloco, Paulino Ascenção, pediu a reversão das politicas de privatizações. E apelou a que elas não cheguem à Madeira, designadamente à EEM e aos Horários do Funchal.
Segundo o ‘bloco’ as políticas de privatizações são “um perigo” e não contribuem para o abaixamento da dívida pública.
Nas contas de Paulino Ascenção, nos últimos anos, as privatizações resultaram numa receita para o Estado de 39 mil milhões de euros.
Foram privatizados sectores como os seguros, a banca, a EDP, a Brisa, a Galp, a PT tendo sido António Guterres “o campeão das privatizações”.
Deste pecado, segundo o BE, não estão ilibados os partidos do arco do poder ou, no dizer do bloco, do “arco dos interesses”, como são o caso do PSD e do CDS. “UIm diz mata, outro diz esfola”, revelou Paulino Ascenção.
Acontece que, segundo o BE, em pouco tempo, as empresas privatizadas distribuíram pelos accionistas 20 mil milhões de euros. O que significa que no Estado fez um mau negócio.
Acresce que as empresas são compradas por capitais estrangeiros, contribuindo para que os lucros não fiquem no país.
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