Faz falta na cidade posto permanente de informação turística

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O mapa ajuda mas há dúvidas que persistem, sobretudo nos mais idosos. Foto DR

A Madeira é uma Região cujo pilar económico nuclear é o turismo. Neste domínio, tem vários agentes a velar diariamente pela qualidade deste destino, a quem obviamente não se deverá subtrair o mérito nem os esforços.

Além do que já foi feito, tem passado talvez ao lado dos responsáveis por este setor a necessidade de dotar a cidade do Funchal de um posto permanente de informação turística para dar resposta às muitas dúvidas daqueles que diariamente nos visitam que, como se sabe, ocupa uma faixa etária mais avançada.

Os nomes ficam ao critério de quem manda: posto de informação, quiosque, loja, office…o que efetivamente é necessário é que exista. Caso contrário, continuaremos a ver turistas de mapa na mão a olhar para a nossa pequenez à procura de rumo. Ao fim de semana, o apoio de terceiros nessa informação é escasso, numa cidade quase deserta.

É certo que as novas tecnologias já disparam a informação ao minuto e que a Secretaria Regional de Economia, Turismo e Cultura tem um gabinete de atendimento ao público diário, na sua sede, na Avenida Arriaga. Açliás, muito procurado. Mas esta relação direta com o turista funciona na base do horário da função pública. De resto, ficam os turistas entregues a si próprios, demandando respostas a quem aparecer pela frente.