
António Costa marca a rentrée do Partido Socialista lembrando ao seu rival, Passos Coelho, a pretensão do chefe do governo de reduzir ainda mais os salários. Uma aposta no trabalho cada vez mais precário de molde a facilitar o despedimento, denuncia o também candidato socialista a Primeiro-ministro.
Discursando no recinto do ex-karting de Santa Cruz, a marcar a rentrée do PS, Costa relembra os portugueses os duros anos de austeridade infligidos por Passos Coelho e Paulo Portas, os depedimentos e a saída dos jovens licenciados do nosso país para o estrangeiro à procura de oportunidades, que lhes foram recusadas pela pátria. A “esponja” que o PSD quer passar agora, em vésperas das eleições legislativas de 4 de outubro, não pode prevalecer, gritou António Costa.
“Os portugueses sofreram quatro anos muito duros e o que todos anseiam é uma palavra de esperança e confiança no futuro do país”; há pois que “investir no conhecimento e inovação, combater a precariedade, ter políticas ativas de emprego centradas na criação de emprego ativo, e assegurar um contrato de geração que assegure a solidariedade entre as diferentes gerações”.
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