
Uma vista de cortar a respiração. Um património importante para a história militar da Madeira. Está abandonado, negligenciado.
O Forte ou Fortim do Porto Novo está alcandorado sobre a margem direita da foz da ribeira do Porto Novo,.
É servido pela estrada velha do Caniço, hoje sem saída para sul. Ficou esquecido numa estrada interrompida pelas novas vias da Madeira Nova. A jusante do forte apenas uma nova urbanização.
A construção do fortim foi iniciado em 1827 pelo então governador e capitão-general da Madeira e Porto Santo, José Travassos Valdez. José Lúcio Travassos Valdez (Elvas, 23 de fevereiro de 1787 — Lisboa, 10 de julho de 1862), primeiro barão (1835) e desde 1838 primeiro conde do Bonfim, foi um estadista e político português no tempo da monarquia.
Ainda em obras, quando da tomada da ilha pelas tropas Miguelistas no ano seguinte (1828) o forte foi danificado pela explosão de um caixote de munições.
As suas obras foram concluídas por D. Álvaro da Costa de Sousa de Macedo.
D. Álvaro da Costa de Sousa de Macedo, primeiro conde da Ilha da Madeira por Portugal, (Portugal, 1789 – França, 1835) foi um militar português.
Notabilizou-se por comandar, no cargo de Governador das Armas, as tropas portuguesas sediadas em Montevidéu nos combates da Guerra da Independência do Brasil na Província da Cisplatina até à sua capitulação em 2 de março de 1824, quando se retiraram para Portugal.
O forte está ligado a pelo menos estes dois homens mas, no local, nenhuma indicação ou referência histórica nos aparece.
A natureza encarregou-se de invadir o forte e já nem a velha porta de madeira resistiu ao tempo.
Foi um marco importante para a defesa de uma parte da ilha mas quer civis quer militares têm dado pouca atenção a este monumento.
*com Wikipédia
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