Dia do Mar levou 50 à água

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O Clube Naval do Funchal associou-se às atividades promovidas pela Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, no âmbito da Semana da Educação Física, levadas a efeitos esta semana. Na passada terça-feira, precisamente no Dia do Mar, António Cunha, Diretor Executivo do Naval, participou na palestra onde foram abordadas, naturalmente, as atividades náuticas, numa sessão que contou ainda com  intervenções do olímpico João Rodrigues, Sérgio Jesus, Presidente da ARVM, Viriato Timóteo, Presidente da ARCM, David Fernandes e Carlota Duarte, atletas internacionais de canoagem, e Ricardo Rodrigues, atleta de stand up paddle. Já na manhã desta quinta-feira, no Posto Náutico de São Lázaro, realizou-se a parte prática desta abordagem às atividades náuticas, com cerca de meia centena de alunos a  experimentarem vela, prancha à vela, paddle board e canoagem. Apesar do dia não ter sido o mais convidativo e a temperatura da água não ser a ideal, os jovens aderiram com entusiasmo, tendo alguns deles surpreendido os monitores face à destreza demonstrada para quem teve contato com aquelas modalidades pela primeira vez.

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Casos de João Carlos Freitas e Vítor Oliveira, ambos com 13 anos, colegas da turma 8.o 3. «Foi fácil. No início ainda tive algum receio, por causa do balanço, mas depois passou, até é divertido. Gostava de voltar a experimentar», sorriu João, após umas voltinhas numa embarcação da classe access e num raquero, as mesmas que surpreenderam Vítor. «É porreiro! Não é fácil, mas é fixe. Já tinha estado em barcos grandes, mas assim neste pequenos não, ainda por cima a controlá-los.

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Era bom voltar a experimentar.» Daniela Nunes, professora de Educação Física, manifestou-se satisfeita com os resultados da iniciativa. «Tivemos vários convidados numa sessão teórica, que explicaram aos alunos o que iam encontrar nesta parte prática. Foi impossível trazer todos — estiveram 120 alunos nessa sessão —, por razões logísticas, mas as expectativas foram superadas. Os alunos saíram daqui enriquecidos com novas experiências em atividades que não conseguimos ministrar na escola. Não são modalidades de massas, como o futebol ou o andebol, porque implicam custos, mas o principal é que os alunos saiam mais motivados e identificados com elas e, pelo que vimos, até poderá sair desta atividade algum futuro atleta», analisou.

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