O deputado do CHEGA, Francisco Gomes, veio afirmar que Portugal enfrenta um “enorme problema de imigração descontrolada”, o qual, a seu ver, é agravado pela entrada massiva de indivíduos da religião islâmica, a qual, a seu ver, é “profundamente e amplamente incompatível” com os pilares fundamentais da civilização ocidental e com o quadro referencial de valores e princípios que caracterizam a sociedade portuguesa.
De acordo com este parlamentar, o debate sobre imigração não pode continuar a ignorar, na sua perspectiva, os desafios colocados pela radicalização religiosa que está a ser promovida em Portugal pelas comunidades islâmicas que se andam a constituir, as quais, a seu ver, “não estão minimamente interessadas” em integrar a sociedade portuguesa, mas em impor as suas crenças, costumes, tradições e leis.
«O islão e o ocidente são duas realidades incompatíveis e as ideias retrógradas e desumanas que o islamismo professa não só são contrárias aos valores e princípios do nosso país, mas são também, e sem dúvida alguma, uma das maiores ameaças ao nosso Povo e à nossa Nação. Em suma, não pode haver lugar para o islamismo em Portugal”, sentencia Francisco Gomes.
O deputado madeirense referiu igualmente que, na sua perspectiva, vários acontecimentos registados em diferentes países europeus, africanos e asiáticos demonstram que o Islão é uma religião agressiva, violenta e predatória, sustentando que Portugal não deve repetir erros cometidos noutros Estados, sob o risco de se tornar um estado caótico, desordeiros e terceiro-mundista.
«Basta olhar para o que se está a passar em Inglaterra, Espanha e França, bem como para as perseguições sanguinárias feitas por islâmicos a cristãos na Nigéria, do Bangladesh e no Paquistão para perceber que aquela gente não está cá para se integrar, mas para viver às nossas custas e para usar as liberdades e garantias da nossa constituição para se imporem. Não vamos permitir”, afiançou.
O deputado manifestou também preocupação relativamente aos projetos anunciados pelo Centro Islâmico da Madeira, defendendo que estes devem ser objecto de escrutínio público e de oposição por parte da sociedade madeirense.
«O Centro Islâmico da Madeira vem com o jogo das falinhas mansas, mas é um lobo manhoso e sedento em vestes de cordeiro. Querem criar uma mesquita, querem criar um cemitério islâmico, querem criar uma escola islâmica – e ninguém sabe de onde vem o dinheiro. A meu ver, é uma organização que só vem trazer mal, prejuízo e obscurantismo à nossa terra, e, por isso, tem de ser travada, sem dó, nem piedade”, conclui Gomes.
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