Albuquerque não quer consensos com oposição que se dedica a “delírios e mentiras”

Miguel Albuquerque, dirigente máximo do PSD-Madeira, declarou este sábado, na habitual Festa de Verão do PSD no Porto Santo: “Quero que fique bem claro que eu não faço consensos com a oposição e muito menos pactuo com os delírios e as mentiras que estes repetem e que não transformam a Madeira. Aliás, é por isso que há 50 anos estão na oposição, porque o povo não confia neles e porque com eles a governar a Madeira afundava”, sentenciou.

Na oportunidade, afirmou ainda que nos municípios liderados pelo PSD a situação é bem diferente da dos municípios que são liderados pela oposição. Para Albuquerque, “é só conversa fiada”, onde o PSD não é poder autárquico: “Nada fazem, não têm obra nem estratégia ou sequer capacidade de concretização”, afiançou.

“Com o PSD no Governo, a população sabe que nós lutamos pela nossa terra como ninguém, sabe que temos um rumo para a prosperidade, para o progresso e para o desenvolvimento da nossa Região e do nosso País e sabe que nunca atrairemos a sua confiança”, asseverou.

“Vamos continuara a lutar, precisamos de uma revisão da das Lei das Finanças Regionais e precisamos de uma revisão Constitucional o mais rapidamente possível”, insistiu, garantindo que o PSD/M continua a trabalhar e a cumprir todos os seus compromissos com os madeirenses e porto-santenses e que os resultados comprovam esse mesmo trabalho, para desgosto da oposição.

Citou 61 meses de crescimento económico extraordinário, o facto da Região ter, hoje, o maior produto interno bruto de sempre, sete pontos acima do continente, de ter o desemprego mais baixo da sua história e de ter a dívida mais baixa, muito mais baixa que a média da União Europeia e muito mais baixa do que o País, assim como os impostos mais baixos.

Sobre o Porto Santo, admitiu que com esta Câmara o Governo “consegue dialogar”, que o trabalho em conjunto é para continuar e que todos os compromissos assumidos com a ilha serão cumpridos, destacando, entre outros, as primeiras 30 habitações já entregues, a segunda fase da Unidade de Saúde já em curso e o aumento do Campo de Golfe já adjudicado, entre muitos outros investimentos a cumprir.

“Queremos continuar a trabalhar para que o Porto Santo continue a ser uma centralidade atractiva, desenvolvida no nosso Atlântico e para que se mantenha um exemplo a nível nacional como uma ilha pequena, mas fantástica”, disse Albuquerque, para quem, “a luta continua, a luta por um Porto Santo melhor e por uma Madeira melhor, mais desenvolvida, com mais progresso, mais desenvolvimento e mais qualidade de vida para todos”.

Por seu turno, Nuno Batista diz que o Porto Santo tem o maior investimento per capita da sua história, num trabalho que é para continuar

Agradeceu a confiança daqueles que acreditaram e renovaram a confiança no seu projecto e dos que diariamente dão força e razão para continuar o trabalho que é feito.

Nuno Batista, que preside ao município da “Ilha Dourada”,  também fez questão de pintar um quadro positivo:  o Porto Santo tem hoje o maior investimento per capita da sua história e a maior valorização do território no País.

Destacou que estes investimentos fundamentais – e todos aqueles que continuarão a ser feitos – têm sido levados a cabo em conjunto entre a equipa da Câmara Municipal do Porto Santo e o Governo Regional, liderado por Miguel Albuquerque.

“Todos os dias continuamos a crescer e a trabalhar, em conjunto, para que o nível e a qualidade de vida das pessoas melhorem”, assegurou, recordando a evolução registada nos últimos anos ao nível das acessibilidades e das energias renováveis, por exemplo, e garantindo que há dossiês que serão resolvidos como é o caso do reforço da oferta de habitação.

“Ontem festejávamos o Dia da Cidade e havia uma jovem que dizia que não valia a pena sonhar pequeno. Temos que sonhar grande e é isso mesmo, se temos dupla insularidade e se sonharmos grande, vamos chegar lá”, frisou, assumindo o compromisso de avançar na  construção de 100 habitações, conforme prometeu recentemente e lembrando que continuará a lutar para que o País faça a sua parte no que respeita à mobilidade no Porto Santo.

“A falta de voos no Inverno e as condições que os porto-santenses têm para se deslocar daqui para a Madeira ou para o território continental não podem continuar assim”, apontou, apelando a que esta seja uma luta conjunta.

“Foi este partido e todos os que dele fazem parte que fizeram com que o Porto Santo evoluísse”, afirmou pelo seu lado. Roberto Silva.

“Quando foi preciso resolver o problema da água, fez-se a obra. Quando foi preciso fazer uma escola nova, essa escola foi feita. Quando foi preciso fazer o campo de golfe e outras obras que entretanto foram feitas ao longo destes anos, os acessos à praia, o novo edifício da Câmara, a ampliação dos cemitérios, o saneamento que temos, fizemos, mas estas obras, que foram feitas por nós, pelo partido, foram, acima de tudo, feitas porque a população do Porto Santo exigiu, reivindicou, pediu e teve um partido que quis fazer obra no Porto Santo, que quis melhorar as condições de vida da sua população e que quis tornar o Porto Santo cada vez melhor”, afirmou o presidente da Comissão Política do PSD Porto Santo.

Mencionou também o Subsídio de Mobilidade – que foi uma decisão fundamental do Governo Regional e, em particular, do seu presidente, Miguel Albuquerque – decisão essa que possibilitou que mais gente viesse ao Porto Santo.

 


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