
O presidente do Club Sports da Madeira e da Comissão Organizadora do RM 2026, Paulo Fontes, emitiu hoje uma mensagem sobre a prova desportiva, afirmando que, com um longo historial e herdeiro da famosa “Volta à Ilha” e do “Rali Vinho da Madeira”, o hoje denominado “Rali da Madeira”, mantém uma posição cimeira, de prestígio e de referência entre a elite dos ralis internacionais, “sendo considerado uma das mais espectaculares e competitivas provas de asfalto”
Fontes emite uma saudação, em nome de toda a organização e do Club Sports da Madeira, de boas-vindas ao “Rali da Madeira 2026”, o evento desportivo com maior visibilidade nacional e internacional, que, diz, continua a cumprir o duplo objectivo da promoção turística da Madeira e da dinamização da sua actividade económica, pela forma entusiasta e participativa com que a população madeirense acolhe a “Festa do Rali”.
“Esta tradicional e espontânea ligação de sucessivas gerações de madeirenses ao seu rali é contagiante, envolve todos aqueles que nele participam e os que assistem a este espetáculo desportivo, o que obriga a que os padrões de qualidade organizativa e competitiva continuem elevados, assegurando um conjunto de pilotos estrangeiros conhecedores das estradas da Madeira, que, conjuntamente com os rápidos pilotos madeirenses e continentais, garantem a qualidade desportiva e competitiva até ao final da prova”, continua.
“Mas haverá muitos ralis dentro desta competição, pois existem muitos desafios e objectivos para os concorrentes, integrados nas diferentes classes e grupos de viaturas, sendo de destacar as viaturas da classe RC2 e RC4, para além da classe RGT e dos denominados “pilotos espetáculo”, sempre do agrado dos aficionaddos do desporto automóvel.
Em termos desportivos, o “Rali da Madeira 2026″ pontua para o FIA European Rally Trophy, para os Campeonatos de Portugal e para o Campeonato Regional Coral de Ralis da Madeira”, aponta.
Isto, “desde a sessão de autógrafos, às verificações técnicas, ao Shakedown e à espectacular Especial da Avenida do Mar, para de seguida termos um itinerário que recupera classificativas emblemáticas, sempre percorridas por sinuosas estradas de asfalto”.
Mostrando-se convicto de que numeroso público acompanhará, a par e passo, toda a prova, Paulo Fontes diz que há sempre que o fazer com máxima segurança e seguindo as instruções e recomendações da organização e das forças policiais e de segurança.
“Queremos um “Rali da Madeira” que combine também a “máxima segurança com sustentabilidade ambiental”, e esse duplo objetivo só será conseguido através da ajuda e da postura cívica de cada espetador.
“O Rali não é do Madeira, é da Madeira.” Bom rali para todos, com segurança, na defesa do nosso ambiente e da nossa paisagem”, deseja o responsável.
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