GR saúda libertação da lusodescendente Carla da Silva na Venezuela

O Governo Regional da Madeira emitiu uma nota na qual saúda a libertação de Carla da Silva, de 29 anos de idade, e “a primeira cidadã luso-descendente a ser libertada” na República Bolivariana da Venezuela.

“Este desfecho representa um sinal de esperança e um passo positivo no caminho da defesa dos direitos humanos, da dignidade da pessoa humana e do respeito pelas garantias fundamentais”, diz o GR.

“O Governo Regional da Madeira recorda, contudo, que permanecem ainda detidos cidadãos madeirenses e descendentes de madeirenses por motivos políticos, nomeadamente Juan Francisco Rodriguez dos Ramos, Fernando Venâncio Martínez e Jaime Orlando dos Reis Macedo, cuja situação continua a merecer a nossa preocupação e atenção”, assegura.

“A Região Autónoma da Madeira prosseguirá, em articulação com as entidades competentes, todas as diligências institucionais e diplomáticas ao seu alcance, com vista à libertação dos cidadãos madeirenses ainda privados da sua liberdade, reiterando a sua solidariedade para com as respectivas famílias e a comunidade portuguesa na Venezuela”, diz a nota remetida à comunicação social.

“Neste contexto, o Governo Regional reafirma que continuará a acompanhar de forma próxima e permanente a evolução da situação na Venezuela, mantendo-se firmemente empenhado na protecção dos cidadãos madeirenses e lusodescendentes residentes em países terceiros”.


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