O LIVRE veio comentar o Dia da Cidade do Funcha, considerando-o “ocasião para celebrar a sua história, o dinamismo da sua cultura e a vitalidade da sua comunidade”. O Funchal é feito de quem aqui nasceu, de quem aqui trabalha e de quem aqui chega em busca de oportunidades. É uma cidade de gente criativa, resiliente e solidária, que merece uma política à sua altura, na leitura do LIVRE.
No entanto, diz o partido, este dia é também um momento de reflexão sobre os problemas que o executivo actual da Câmara Municipal do Funchal não conseguiu resolver, e que ficam assim como desafios urgentes para o próximo executivo.
“Entre a gentrificação, o trânsito que sufoca o dia a dia, o turismo desregulado, o excesso de alojamentos locais, o aumento de pessoas em situação de sem abrigo, o aumento da toxicodependência, o aumento da insegurança, o aumento de despejos, a habitação que tornou-se inacessível, e a cidade a transformar-se rapidamente num espaço para visitantes e investidores e não para quem trabalha, estuda, ou vive aqui”, há vários problemas, enuncia esta força política.
“Esta escolha nasce de uma urgência que salta à vista e se sente na pele. A especulação imobiliária, o aumentos dos Alojamentos locais, e a inacção e ausência de respostas por parte da Câmara Municipal do Funchal está há 4 anos a expulsar os funchalenses que não conseguem pagar as rendas elevadíssimas das suas casas”, aponta o partido.
Os problemas são reais e não podem ser ignorados.
Habitação: muitas famílias enfrentam rendas incomportáveis e falta de alternativas de habitação acessível.
Transportes públicos: continuam a não responder de forma adequada às necessidades da população.
Mobilidade urbana: o trânsito e a circulação na cidade tornam-se cada vez mais difíceis e insustentáveis.
Inclusão social: bairros periféricos permanecem esquecidos, sem investimento público suficiente.
Acessibilidade: pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou baixa visão continuam a enfrentar barreiras numa cidade que ainda não as inclui plenamente.
Espaço público e qualidade de vida: a cidade continua a perder áreas verdes, de convívio e lazer para os seus moradores.
Sustentabilidade e ambiente: os efeitos da crise climática são cada vez mais visíveis, e faltam políticas eficazes para proteger o Funchal e os seus cidadãos.
Zonas altas; sem rede de esgotos, ou acesso rodoviário, esquecidas e à margem do desenvolvimento necessário para o equilíbrio e não para perpetuarem desigualdades.
“Estes problemas exigem soluções corajosas, sustentáveis e participadas, e não podem ser adiados. É por isso que as próximas eleições autárquicas assumem uma importância decisiva”, defende o LIVRE, para quem o Funchal precisa de novas ideias, novas energias, novas vozes e mais futuro. Nunca as bancadas monocromáticas serviram o bem comum.
“E o LIVRE é a cor que faz falta no arco-íris político do Funchal”, conclui o partido, pela voz de Marta Sofia.
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