O ADN – Madeira veio louvar, em comunicado, a decisão do Governo Regional em suspender as descargas poluentes provenientes da ETAR – Estação de Tratamento de Águas Residuais do Caniço, medida essa que apenas peca por tardia. Mas aproveita para alertar para a realidade a que assistimos no Funchal que em nada difere de Santa Cruz, talvez até seja pior.
O ADN – Madeira tem tido acesso a relatos e fotos de praias no Funchal onde, afirma, “é bem visível a “olho nu” a espuma poluente e até matéria fecal boiando junto à costa, em contacto directo com os banhistas e em plenos complexos balneares aprovados para tal e alguns deles até são merecedores de “bandeira azul”, onde até é necessário pagar à Frente Mar do Funchal o respectivo bilhete de acesso, assim como os próprios turistas que adicionalmente pagam as respectivas taxas turísticas nas unidades hoteleiras onde pernoitam”.
O ADN – Madeira alerta para este grave problema de saúde pública, merecedor da atenção das entidades governativas regionais, pois estas situações podem provocar nos utentes vários tipos de doenças, seja a nível de pele, infecções oculares, problemas gastro-intestinais, febre tifóide ou até mesmo Hepatite A.
O ADN – Madeira considera urgente que a medida adoptada para Santa Cruz seja extensível ao Funchal, pois a situação infelizmente já não é surpresa para nenhum madeirense, mas entretanto esta passividade mancha a nossa reputação como destino turístico, assim como não é justo que em pleno Verão e nas já bem poucas praias de acesso público, tenhamos de nadar em águas poluídas de forma deliberada, refere.
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