Associação de Promoção da Macaronésia elegeu órgãos sociais

A Associação de Promoção da Macaronésia da Madeira (APMM), uma organização sem fins lucrativos dedicada à valorização e promoção do espaço macaronésio, realizou no passado dia 31 de Agosto a sua terceira reunião ordinária da Assembleia Geral, na qual foram aprovados por unanimidade o Relatório de Actividades referente a 2024 e o Plano de Actividades para o próximo período.

Entre as acções previstas para 2025-2026 destacam-se a segunda edição do livro infantil “A Macaronésia trocada por miúdos”, um projecto educativo que aproxima o público jovem da cultura e biodiversidade das ilhas, e o desenvolvimento de um novo projecto turístico de valorização da Macaronésia.

Fazia ainda parte da ordem de trabalhos da reunião a eleição para os órgãos sociais, ficando a composição da seguinte forma:

Direcção
Presidente: Susana Cristina Gramilho Clemente
Vice-Presidente: Manuela Maria de Castro Andrade
Tesoureiro: Lídia Maria Teixeira Gramilho Clemente
Assembleia Geral
Presidente: Tiago Miguel Pinto Pereira de Freitas
Vice-Presidente: André Fernandes da Cunha
Vogal: Laura Maria dos Santos Correia Figueira
Conselho Fiscal
Presidente: José Miguel Sousa
Vogal: Nuno José Morais
Vogal: Carla Rute da Silva Cardoso

Na reunião foi manifestada, por unanimidade, a disponibilidade da Associação para colaborar na organização da IV Cimeira da Macaronésia, que terá lugar na Madeira em 2026.

Segundo a presidente da APMM, Susana Cristina Gramilho Clemente, “a Macaronésia caminha para se afirmar como um bloco regional com voz própria, onde Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde podem cooperar como vértices de um arquipélago de oportunidades. Temos desafios comuns e um enorme potencial para criar projetos conjuntos nas áreas da sustentabilidade, investigação oceânica, educação, turismo e cultura. A nossa missão é lançar as fundações de uma Macaronésia visionária, solidária e consequente, capaz de falar a uma só voz no Atlântico.”

A APMM reafirma, assim, o seu compromisso em promover, valorizar e criar sinergias entre os territórios da Macaronésia, reforçando laços culturais, ambientais e socioeconómicos, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável e cooperação atlântica, conclui o comunicado enviado à nossa Redacção.

 


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