
O PPM‑Madeira anunciou que vai apresentar um pedido formal à Comissão Europeia, Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF), Tribunal de Contas Europeu e Parlamento Europeu (Comissão CONT) para a realização de uma auditoria integral, independente e urgente a todos os fundos europeus executados na Região Autónoma da Madeira.
De acordo com o partido, existem indícios sérios de derrapagens financeiras, opacidade na selecção de beneficiários, concentração da economia em poucos grupos e incumprimento de objectivos sociais essenciais, como habitação acessível, saúde, educação e mobilidade numa região ultraperiférica que deveria ser especialmente protegida pela política de coesão da UE.
O PPM‑Madeira defende transparência total, protecção de denunciantes e publicação de dados abertos para escrutínio público. Caso se confirmem irregularidades, o partido exige recuperação de verbas, sanções e planos correctivos vinculativos.
O PPM Madeira pede a todos os cidadãos e empresas que se sintam lesadas a nivél de habitação, saúde, educação, mobilidade e outros assuntos empresariais o envio de documentação para o seguinte email:
ppmmadeira1974@gmail.com
Relembra que o crescimento do PIB na Madeira não se reflecte na vida dos madeirenses e o facto da inflação média europeia situar-se neste momento nos 2% e na Madeira em Junho de 2025 situava-se nos 3.6% mostra que o PPM Madeira tem razão.
Para as famílias madeirenses, sobretudo as de rendimentos mais baixos e da classe média, esta inflação traduz-se numa perda do poder de compra. Produtos essenciais como alimentos, energia, transportes e rendas continuam a aumentar, pressionado orçamentos já limitados. Muitas famílias veem-se obrigadas a cortar no que é básico desde a alimentação à saúde para conseguirem pagar as contas no fim do mês.
No caso das empresas, especialmente as pequenas e médias, o cenário não é menos grave. A subida de preços dos combustíveis, matérias primas e custos operacionais afeta directamente a sustentabilidade dos negócios. A inflação elevada gera instabilidade, dificulta o planeamento e pode comprometer investimentos futuros, levando ao encerramento de estabelecimentos e à perda de postos de trabalho.
O PPM Madeira promete nunca abandonar os madeirenses e porto-santenses, mantendo-se firme “contra todas as injustiças que afectam a nossa terra”.
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