A secretária regional da Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, visitou esta sexta-feira, 18 de Julho, a fase final das obras da nova Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) promovida pela Associação de Socorros Mútuos 4 de Setembro, localizada no Funchal.
A visita contou com a presença da presidente do Instituto de Segurança Social da Madeira, Nivalda Gonçalves, e foi conduzida pela presidente da Direcção da Associação, Teresa Paula Esmeraldo, e pela directora técnica do futuro equipamento, Mara França.
Durante a visita, Paula Margarido frisou “a dimensão, qualidade e relevância do investimento”, elogiando o ritmo e a seriedade da execução da obra, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A governante referiu que esta infraestrutura constitui “uma resposta estruturante para a população sénior e para as famílias cuidadoras” e será “um exemplo de visão, sustentabilidade e compromisso social”.
Com conclusão estrutural prevista para Agosto, a nova ERPI deverá começar a acolher os primeiros utentes já em Novembro de 2025, após dois meses dedicados à formação das equipas e à preparação logística e tecnológica do funcionamento. Foi também revelado que já existem candidaturas de sócios da associação suficientes para ocupar todas as 44 vagas previstas.
O investimento total ascende a 4,9 milhões de euros, dos quais cerca de 4,6 milhões são comparticipados pelo PRR, permitindo a construção e equipamento de uma infraestrutura de raiz, moderna e integrada, com 18 unidades de alojamento duplas, 5 individuais e 1 tripla.
O edifício aposta em energias renováveis para autoconsumo, promovendo maior eficiência e redução de custos energéticos. Os futuros utentes terão acesso a alimentação personalizada, cuidados de saúde, fisioterapia, cuidados de imagem, transporte e um conjunto de actividades que favorecem o bem-estar físico, emocional e social, garante-se.
A secretária regional reafirmou, no local, o compromisso do Governo Regional com o reforço das respostas sociais, o envelhecimento digno e a coesão territorial, destacando que nem todas as soluções passam por internamento em ERPI, pois nada substitui o conforto e o ambiente familiar, desde que existindo condições para tal.
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