A Comissão Política do PSD/Madeira reuniu-se hoje na Sede Regional da Rua dos Netos. Debateu a análise ao Orçamento Regional que será discutido e aprovado na semana de 16 a 20 de Junho, a vitória nas Eleições Nacionais e a aprovação dos nomes dos candidatos às Eleições Autárquicas deste ano.
Quanto ao Orçamento Regional, “que vai ao encontro daquela que era a expectativa da população e repõe a normalidade que nos foi retirada, nos últimos meses, por força de uma vontade parlamentar negativa”, disse Jaime Filipe Ramos, porta-voz desta reunião, é de sublinhar o facto do mesmo manter, alegadamente, uma rota de crescimento económico e, com isso, contribuir para “a progressiva melhoria da qualidade de vida das pessoas, apostando, fortemente, em áreas como Saúde, a Educação e a Habitação, reservando, para esta última área, um reforço superior aos 140 milhões de euros”, diz um comunicado do PSD.
Este é, afirma o partido, um Orçamento que, “do ponto de vista fiscal, prevê, por exemplo, uma devolução de mais de 150 milhões de euros às famílias”.
Já no que toca à vitória nas Legislativas Nacionais, Jaime Filipe Ramos felicitou os deputados da Madeira eleitos pela AD que hoje tomaram posse na Assembleia da República e que, acrescentou, “certamente saberão honrar o seu compromisso com a população”. Referiu, enquanto nota expressa pela Comissão Política, a expectativa de que o Governo da República da AD, resultante destas eleições, possa reforçar o diálogo com o Governo Regional e, por essa via, contribuir para a resolução das matérias que são do interesse da Região.
Por fim, o líder parlamentar garantiu que o PSD/Madeira está a desenvolver o processo autárquico, com os nomes que já são conhecidos publicamente e que foram hoje aprovados – nomeadamente José Luís Nunes (Funchal), Celso Bettencourt (Câmara de Lobos), Jorge Santos (Ribeira Brava), Rui Marques (Ponta do Sol), Doroteia Leça (Calheta), Dinarte Nunes (Porto Moniz), Fernando Góis (São Vicente), Cláudia Perestrelo (Santana), Luís Ferreira (Machico) e Nuno Batista (Porto Santo). Apenas ficou em aberto o concelho de Santa Cruz, “que será abordado e trabalhado nos próximos dias, com responsabilidade e sem precipitações”.
Isto, salvaguardando-se, sempre, aquela que é a visão do Partido, que olha para o trabalho autárquico como um trabalho “de terreno, de proximidade, de qualidade e de transformação dos concelhos e freguesias”.
Relativamente a Coligações, Jaime Filipe Ramos assumiu que esse processo está em aberto e disse que aquilo que é fundamental é que se garanta uma convergência de vontades entre todos, não só entre o PSD e o CDS, mas, também, junto das estruturas locais e da própria sociedade civil. Ainda assim, frisou, as coligações serão sempre pensadas pela positiva e para acrescentar valor às candidaturas.
Respodendo aos jornalistas, Jaime Filipe Ramos assegurou que, neste momento, estão a ser estudadas várias soluções e que todos os que tiverem disponibilidade e vontade serão obviamente tidos em linha de conta.
“O PSD já teve na sua história vários candidatos independentes, não tem nada contra isso. O PSD encontra, a cada momento, o melhor candidato em cada concelho. Se for independente, será, se for militante também será, nós não temos nada contra isso. Aquilo que não aceitamos é que nos imponham candidatos”, concluiu.
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