A socialista Sofia Canha tomou hoje posse como deputada à Assembleia da República, comprometendo-se a “trabalhar com afinco na defesa dos interesses dos madeirenses e na apresentação de soluções que contribuam para a melhoria das suas vidas”.
Sofia Canha representará o PS-M no Parlamento nacional até às eleições autárquicas, quando Emanuel Câmara assumirá o lugar, depois de terminar o seu mandato como presidente da Câmara Municipal do Porto Moniz.
A deputada, que já havia desempenhado estas funções na legislatura passada – entretanto interrompida pela dissolução da Assembleia da República e a consequente convocação de eleições legislativas antecipadas – volta a encarar este desafio com “sentido de responsabilidade”, assegurando que irá representar os madeirenses e porto-santenses de forma determinada, com o foco em três bandeiras principais.
Por um lado, afirma em comunicado, irá pugnar pela defesa da Autonomia como premissa para o desenvolvimento regional, realçando ser fundamental que o aprofundamento dos poderes autonómicos não se fique pela teoria e se materialize em resultados concretos na vida das pessoas.
Por outro lado, e perante o novo xadrez político ditado pelas eleições do passado dia 18 de Maio, Sofia Canha garante que irá também pautar a sua acção pela defesa da democracia, assegurando a preservação dos seus pilares fundamentas, nomeadamente a justiça, a igualdade e a solidariedade.
E finalmente, assume o compromisso de lutar pela concretização de medidas para a melhoria real da vida dos madeirenses e porto-santenses, através da escuta activa e responsável. “Continuarei, enquanto estiver nas funções de deputada na Assembleia da República, a levar as preocupações concretas dos meus concidadãos ao palco legislativo”, afiança.
Nesta nova legislatura, a deputada socialista adianta que há dossiês que transitam do passado, que continuam actuais e que terão de ser trabalhados, em prol da população da Região.
Serão prioritárias questões como a revisão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas, a revisão do subsídio de mobilidade, assegurando que os residentes paguem apenas os 79 euros (59 euros para os estudantes) nas viagens entre a Madeira e o Continente ou os Açores, sem que tenham de adiantar o valor total da passagem nem tenham de se submeter à burocracia dos reembolsos, e ainda a garantia de financiamento do Estado para a ligação marítima via ferry entre o Continente e a Madeira.
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