MPT apela ao voto e diz que não está preso por interesses ocultos

O MPT veio hoje afirmar que o voto neste partido “não é perdido”, e considerar que no próximo dia 18 de Maio, os madeirenses e porto-santenses terão uma nova oportunidade para eleger representantes “comprometidos com a verdade, com a justiça social e com o desenvolvimento sustentável da Região e do país. O Partido da Terra (MPT) apresenta-se com uma proposta política humanista, ética e responsável, que coloca as pessoas no centro das decisões e respeita a dignidade de todos”, assegura.

“Votar no MPT não é um voto perdido. Pelo contrário, é um voto consciente, livre e corajoso. Quem tenta convencer os eleitores de que o voto no Partido da Terra “não conta” está, na verdade, a servir interesses instalados e a alimentar o ciclo viciado do costume. Não nos deixemos enganar por quem nos quer silenciar”, diz, pelo partido, Ricardo Camacho.

Como diz o povo, “se os conselhos fossem bons, vendiam-se”. “E aqueles que, com ar de sabedoria ou falsa autoridade, andam a dizer que não se deve votar no MPT, são os mesmos que beneficiam da desinformação e da resignação dos outros. São conselhos mal-intencionados que visam impedir a mudança”, acusou.

“O Partido da Terra é um voto seguro: seguro na defesa da autonomia regional, seguro na luta pela dignidade dos trabalhadores, seguro na exigência de políticas públicas sustentáveis e justas. E é, acima de tudo, um voto livre, que não está preso a jogos partidários nem a interesses ocultos”, concluiu.


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