O candidato Paulo Neves, pela AD, às próximas eleições nacionais reiterou hoje o seu compromisso pela defesa do CINM na Assembleia da República, defesa essa que, aliás, tem sido uma das grandes bandeiras dos deputados do PSD/M eleitos ao parlamento nacional, ao longo dos últimos anos.
Neves afirmou que 14% das receitas fiscais da Madeira são provenientes do Centro Internacional de Negócios e disse ainda que a par do seu impacto na economia regional e nacional, o Centro assume, igualmente, um impacto decisivo na própria economia local do Caniçal.
“Queremos um Centro Internacional de Negócios mais moderno, mais competitivo e mais alargado nos seus poderes e competências e temos sempre o princípio de que este Centro fica na Madeira mas é nacional”, disse, na ocasião, o candidato, frisando que “todo o País retira proveito do CINM e que, simultaneamente, este Centro torna a economia portuguesa mais competitiva e capta investimento estrangeiro, que, vindo para a Madeira, fica também em Portugal”.
Todas as diligências que sejam tomadas no sentido de garantir a maior dinamização deste Centro Internacional revertem, sempre, a favor do todo nacional, tanto mais quando o investimento aqui em causa, não sendo para aqui captado, reverte para outros países, asseverou.
Assumindo que os últimos resultados, referentes ao ano passado, são positivos – dado que o número de empresas cresceu e que aumentou, igualmente, o número de registos no Registo Internacional de Navios, que actualmente está prestes a entrar no Top 10 dos melhores Registos do mundo , o candidato do PSD sublinha a necessidade de garantir maior estabilidade e condições de desenvolvimento e valorização para o CINM, na próxima Legislatura, abrindo espaço ao seu crescimento futuro.
Os deputados do PSD/M eleitos à Assembleia da República materializaram essa prioridade numa proposta ao Orçamento do Estado de 2025, onde se defendia a prorrogação do regime fiscal a aplicar no Centro Internacional de Negócios até 2033 – sendo que a instalação de novas empresas só é, actualmente, possível até Dezembro de 2026. Na altura, o PS votou contra e o Chega absteve-se.
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