Rui Marote
Há oito dias que a Protecção Civil tomou conta da ocorrência, sinalizou e vedou na Rua da Carreira a queda de uma varanda com obstrução do passeio onde cairam os destroços.
Estepilha, esta ocorrência continua como cartaz turístico para os que por ali circulam, sem que a edilidade remova o entulho e o proprietário do imóvel faça diligências para a seguradora entrar em acção. O Funchal expõe assim “marcas de guerra” aguardando tréguas.
A escultura de Júlio Diniz, uma das mais fotografadas da nossa cidade continua a servir de poste, recebendo as fitas sinaléticas plásticas de delimitação da zona. A obra de arte mais parece ser uma múmia em fase de preparação.
Quem vedou o local aproveitou esta obra escultórica de Ricardo Veloza que serve no presente momento de base de estendal em que o “Julinho” recebe este amaranhado de fitas, reflectindo um desrespeito pelas obras de arte e património da cidade…
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