Rui Marote
Bem recentemente a cantaria da janela de um edifício na Rua da Carreira abateu e só não provocou mortes porque havia pouco movimento na artéria devido ao feriado.
O nosso alerta usando o exemplo deste outro edifício refere-se à necessidade de tomar medidas de protecção ou segurança, que muitas vezes se concretizam já quando já se torna um pouco tarde ou desnecessário.
Fica o aviso de prevenção e o nosso espirito de observação, para que a entidade bancária tome medidas.
No edifício do banco Santander no Largo do Chafariz as varandas apresentam “bouquets” suspensos nas varandas (originais) para a via pública, saídos da base das cantarias onde a humidade alimenta o desenvolvimento destas ervas daninhas. Ironicamente, quase parece que o banco se “engalanou para a festa da Flor”.
A cantaria mole que serve de base às varandas, originária do Cabo Girão e de origem vulcânica, foi muito utilizadas em várias construções na Madeira.
Mas nos dias de hoje os cuidados de conservação são poucos ou nulos. As ervas abundam e as raízes vão destruindo, sendo autênticas bombas de relógio.
Nos dias de hoje muitas vezes nem as instituições oficiais e particulares preservam o património e a cidade apresenta o estado dos seus edifícios degradado, não sendo exemplo para os particulares.
Mas há que tomar cuidados, antes que a desgraça bata à porta. Fica o aviso.
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