Miguel Albuquerque afirmou que “a única força política que tem capacidade para continuar a governar a nossa terra somos nós, porque somos a força da mudança, a força que reformou a Madeira e vai continuar a reformar”.
Declarações prestadas esta tarde no Comício Regional do Partido, junto à Assembleia Legislativa Regional, para reforçar os seus apelos ao voto no próximo domingo, dia 23 de Março. Albuquerque quer alcançar uma maioria que permita formar um Governo estável para governar e para cumprir as metas delineadas para o futuro da Região.
E também para manter os “resultados extraordinários de uma governação que, com o apoio e a confiança dos Madeirenses e Porto-Santenses, permitiu que a Madeira hoje alcançasse o maior crescimento económico de sempre, o menor desemprego da Europa, a dívida pública mais baixa e garantisse o progressivo investimento na Saúde, na Educação, na Habitação, nos Lares e nos Cuidados Continuados, entre muitos outros exemplos”, refere o PSD.
“Amanhã continuamos a nossa campanha, porque as sondagens não decidem as eleições, quem decide as eleições são os cidadãos quando vão depositar o seu voto nas urnas (…)”, disse.
A campanha vai prosseguir com humildade, serenidade e contacto directo com a população, asseverou.
Albuquerque diz que o PSD/Madeira não alcançar a maioria, “vai continuar a rebaldaria, os partidos da oposição vão continuar a brigar uns com os outros, o progresso da Madeira vai parar e quem vai sofrer com isso é o nosso povo”.
Reafirmando estar satisfeito com a mobilização registada hoje e ao longo desta campanha – assim como durante a arruada que, antes, percorreu o centro do Funchal – Miguel Albuquerque assegurou que o partido está unido e mobilizado e que os militantes estão empenhados e determinados para que, no próximo domingo, o PSD/Madeira alcance mais uma grande vitória.
“É bom que os nossos adversários não tenham ilusões: nós somos um partido de homens e mulheres livres e, na hora da verdade, quando está em causa o futuro da Madeira, estamos todos unidos, o passado, o presente e o futuro”, declarou, agradecendo, a este propósito, ao presidente honorário Alberto João Jardim o apoio hoje manifestado à sua candidatura.
“O Dr. Alberto João Jardim está connosco e nós todos estamos com ele, sempre pela Madeira e pelo futuro”, disse, defendendo, a este propósito, o legado de realizações e toda a obra social-democrata na Região, legado esse que não pode ser entregue a uma oposição destrutiva, ressentida e sem a mínima capacidade para governar, advertiu.
Uma oposição que acusou de nada defender, muito menos os direitos dos madeirenses, de estar subjugada à Lisboa, de não ter qualquer projecto para desenvolver a Madeira, de só saber dizer mal do que está feito e concretizado, de não ter uma única ideia para o futuro e, sobretudo, de ter um problema grave: o de nada fazer e de não deixar os outros fazer.
“Nós não temos a arrogância nem a prepotência de sermos melhores que os outros, mas, ao contrário deles, sabemos qual o caminho a seguir e, acima de tudo, qual o rumo que a Madeira precisa”, concluiu.
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