Estepilha: Praça do Povo é “pau para toda a obra” na promoção de eventos

Rui Marote
A Praça do Povo é “pau para toda a obra”. Agora está a ser montado no local um campo de basquetebol que será palco dos campeonatos  universitários da “bola ao cesto” que este ano se realizam no Funchal. Com tempo invernoso, vento e chuvas anunciadas para este fim-de-semana e com o sol a raiar no céu por breves espaços insiste-se que colocar todas as actividades na baixa é o melhor cartaz turístico, acarretando despesas na montagem destas improvisadas estruturas  desportivas.
Estepilha, a divulgação de um determinado evento desportivo  não poderá passar sómente no centro do Funchal. Existem em toda a ilha pavilhões com condições para realização destes campeonatos e das suas acções de promoção, convidando as escolas do concelho e incentivando o desporto.
A Praça do Povo não foi construída para ser palco do desporto. Afinal, porque construiu Alberto João Jardim durante 37 anos dezenas de instalações desportivas, pavilhões, piscinas, campos de futebol, ginásios em todos os concelhos da Região?
Quando AJJ chegou ao governo existia um Pavilhão em toda a Madeira inaugurado  por Veiga Simão (pavilhão do Liceu) um campo de futebol nos Barreiros, e o campo do Liceu que herdou da “Madeira velha”.
Na Região, ginásios só existia o do Liceu Jaime Moniz e Escola Industrial. Piscinas, só a do Lido onde se disputavam as provas desportivas aos sábados e fora do horário de lazer.
As equipas de Futebol Nacional treinavam nos jardins da Avenida do Mar e o União no Parque de Santa Catarina. Alguém se recorda da praça do peixe no mercado dos lavradores ser palco, à noite, de treinos de basquetebol, ideia do Prof. Fernando Ferreira para colmatar a falta de espaços?
O Pavilhão de São João foi feito na margem da ribeira de São João no “reinado” do Engº Ornelas Camacho.

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