Edifício da Rua do Aljube concluído em dez meses

Rui Marote
Costuma-se dizer que em engenharia não há  segredos. Em 10 meses o “véu ” caiu e a obra está  à  vista. Tudo a uma velocidade de cruzeiro numa conjugação  entre empresário e construtor em que o “segredo” é  o factor euros. Quando assim é  ninguém paralisa e todos os obstáculos são vencidos. Quantas obras caminham a passo de caracol ou estão  paralisadas, quer particulares, quer do erário publico. Todas enfermam do mesmo motivo: banca, tribunal de contas, projectos que se arrastam nos gabinetes das autarquias.
A 12 de Janeiro deste ano referíamos que a Rua do Aljube mais parecia a “faixa de Gaza” com as obras em curso… mas o resultado final foi rápido e eficaz.
Não  é  este o caso, não é para “se fazer ou para se ir fazendo”. Brevemente será removido o tapume e restituído aos peões o passeio nesta zona nobre e movimentada da cidade. Aqui fica um exemplo para centenas de prédios na área do Funchal que estão devolutos e em estado de degradação. Há que aguardar que os proprietários possam dar vida aos mesmos e fazê-los renascer. Ao construtor e proprietário o nosso aplauso por esta prenda no sapatinho dos funchalenses.

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