Rui Marote
O contrato de concessão da Marina do Porto Santo foi formalizado no passado mês de Junho. A infraestrutura está ser gerida pela Marina PXO-Actividades Náuticas, S.A, empresa criada pela RIM Engenharia e Construções, S.A., que venceu o concurso público internacional com um proposta de 212 mil euros anuais.
Na altura o secretário regional da Economia salientou: “Vai modernizar a infraestrutura, profissionalizar os serviços e garantir uma resposta mais eficaz às exigências de um mercado náutico cada vez mais especializado”.
A entidade concessionária está obrigada a reconhecer a subsistência dos direitos dos utentes dos postos de amarração em regime de permanência anual existentes na zona náutica. Para Paula Cabaço, presidente da APRAM, o objectivo é reforçar o movimento no Inverno, captar embarcações de longa permanência e transformar a marina num activo estratégico para a economia porto-santense.
Decorridos mais de 30 dias a concessionária não tem porém pessoal habilitado para trabalhar com Travel Lift (também conhecido como guindaste de pórtico móvel ou elevador de translação). O mesmo funciona como uma ponte rolante sobre rodas e utiliza cintas largas suspensas para retirar o barco da água com total segurança e colocá-lo colocar em terra para manutenção.
Quem está a assegurar estes serviços provisoriamente é o pessoal dos Portos, sem uma data prevista para o término. Os mesmos já se queixaram ao sindicato, estando agendada uma reunião com a administração portuária. É um serviço que requer muita perícia não se sabendo, em caso de uma anomalia, quem garante o seguro. Ficou previsto o pessoal da APRAM dar formação no manejo Travel Lift. No entanto falta o pessoal da concessionária para receber a dita…
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