Cafôfo diz ter como meta o aumento dos rendimentos das famílias

O cabeça de lista do PS-M às eleições para o parlamento nacional manifestou hoje a intenção de ter como meta o contínuo aumento dos rendimentos das famílias, defendendo também o reforço dos apoios às empresas, para promover a competitividade e o crescimento da economia e criar mais postos de trabalho e melhor remunerados.

Paulo Cafôfo esteve esteve numa acção de campanha em Santo António, onde contactou com a população e com vários empresários, e frisou a progressiva valorização salarial que tem vindo a ocorrer desde 2015, altura em que o PS chegou ao Governo na República. O candidato socialista lembrou que a retribuição mínima aumentou 62,4% e apontou que o compromisso do PS é que o salário mínimo chegue aos 1.000 euros até 2028 e que o salário médio atinja os 1.750 euros já em 2027.

“Enquanto que os governos do PSD/CDS que nos precederam não tiveram qualquer pejo em cortar salários e pensões, com a desculpa da necessidade de endireitar as contas públicas, o PS mostrou que, com rigor, competência e as apostas certas, não só foi possível aumentar rendimentos, como conseguimos garantir a sustentabilidade das finanças e o crescimento da economia, inclusivamente acima da média dos países da União Europeia”, declarou Cafôfo.

O também presidente do PS-M diz que este é um caminho a que o partido se propõe a dar continuidade. A próxima legislatura deve ser marcada por um novo equilíbrio entre a redução da dívida pública, o aumento do investimento público e o reforço do estímulo à economia.

O programa do PS para as eleições legislativas de 10 de Março prevê neste campo uma revisão do sistema de incentivos existentes, alinhando-os com os objectivos da Estratégia Industrial da União Europeia, o apoio ao investimento estruturante e captação de investimento estrangeiro, a aposta em áreas estratégicas como as novas tecnologias e a inovação, mais apoios à internacionalização e exportação, entre outros.

Frisando a importância das empresas no desempenho económico do País e da Região, Paulo Cafôfo não deixou de criticar a postura do Governo Regional que, tendo à sua disposição 706 milhões de euros provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência, alocou a totalidade das verbas à administração pública, deixando de fora o tecido empresarial regional.

O candidato aproveitou para destacar a importância do Centro Internacional de Negócios da Madeira, reafirmando o compromisso dos socialistas na defesa da sua sustentabilidade e crescimento.

Conforme referiu, a Zona Franca é um activo determinante para a economia da Região e do País, sendo um factor de atracção de investimento externo em novas áreas estratégicas e de criação de mais e melhor emprego.


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