O JPP tomou diz que ontem tomou conhecimento de uma reacção da GESBA à sua nota de imprensa sobre “a gestão despesista que levou a Empresa Pública de Gestão do Sector da Banana, a gastar mais de 1 milhão de euros num contrato de aluguer de viaturas ligeiras de passageiros”.
Nesta nota, a GESBA acusa o JPP de tentar “confundir a opinião pública”. Mas, diz o partido, não levanta “nem um argumento válido (!) que suportasse essa acusação e a alegada “confusão” atribuída ao JPP”.
“Pelo contrário! Na atrapalhação habitual que apenas valida a falta de justificação e argumentos, a GESBA voltou a assumir que “tendo em conta o final do contrato das anteriores viaturas, a gerência de Artur Lima e Jorge Dias renegociou a retoma destas e a entrega de novos veículos para fins inerentes à sua atividade” e que este contrato de ALUGUER, no valor de mais de 1 milhão de euros, para apenas 17 viaturas ao longo de 4 anos “foi uma solução para proceder à substituição de uma frota como a da GESBA com utilização diária intensa”, aponta o partido.
Numa nota completamente incoerente com o título da peça, a GESBA reafirma todos os factos e alegações do comunicado do JPP, “fugindo” estrategicamente à principal questão: como é que justificam esta má opção, quando cada uma destas viaturas custará, em média, mais de 60 mil euros durante o período contratual de 4 anos e quando a opção de aluguer ao invés da aquisição, implica um custo acrescido de mais de 300 mil euros?
“Pagam por aluguer muito mais do que o valor de mercado para compra destas mesmas viaturas. Pergunta-se: E após o término deste contrato de 4 anos? Irão voltar a pagar mais 1 milhão de euros para alugar novas viaturas?”, interroga-se o “Juntos pelo Povo”.
“O que se lamenta é que, por muitas notas enviadas às redações tentando disfarçar o indisfarçável, uma vez mais, se comprova que a GESBA continua a subverter o princípio para o qual foi criada: aumentar o rendimento do agricultor ao invés de gastar o dinheiro dos produtores em carros, viagens, despesas de representação e outros condenáveis despesismos”, considera o JPP.
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