O JPP reafirmou as críticas à CMF por causa dos alegados gastos em viagens. A edil funchalense, Cristina Pedra, veio desmentir as acusações de gastos avultados e dizer que desde Outubro de 2021 até agora, apenas 45 mil euros foram gastos em viagens. Mas o JPP garante que foram 840 mil euros (mais IVA) para “Aquisição de serviços de viagens aéreas e marítimas, alojamento e aluguer de viaturas para o Município do Funchal”, num total de quatro contratos, entre 2021 e 2022.
Oss contratos publicados no Portal Base.gov. “são factos indesmentíveis”, diz.
“Se gastaram essas verbas (45 mil euros) nesse intervalo temporal, expliquem o porquê destes contratos de valores na ordem dos 300 mil euros cada (contratos de 2023)? Como se costuma dizer “não bate a bota com a perdigota”. Se os gastos efectivos em viagens, são os que referiu, para quê estes contratos (em 2023), em dois lotes para a WIDE TRAVEL, Lda e para a EMVIAGEM S.A, com valores de 310 e 330 mil euros, respectivamente”, acusa o JPP.
“Nessa ordem de ideias (“uma coisa é o valor que está em plataformas e uma coisa é o valor gasto”, segundo Cristina Pedra), por absurdo o valor dos contratos no portal base poderia ser qualquer valor, o céu é o limite, desde que cabimentado. Qual a utilidade de ter contratos no Portal base no valor de 640 mil euros se feitas as contas o município gastou 15 mil euros/ano (45000/3). Há algo que escapa à lógica”.
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