Rui Marote
Estepilha, a Marinha Portuguesa manda para a Região os “melhores” dos seus navios. Sem medo depois dos escândalos que envolveram o navio-patrulha relativamente moderno mas que não funcionava direito e cuja guarnição até foi repreendida publicamente pelo almirante Gouveia e Melo – apenas para avariar depois e ser rebocado para Lisboa… a Marinha envia-nos agora uma corveta com mais de 50 anos.
Trata-se da corveta António Enes, que entrou ao serviço na Marinha a 18 de Junho de 1971. Com a idade de 53 anos está a realizar na Região Autónoma missões no âmbito da “salvaguarda da vida humana no mar e patrulha e vigilância dos espaços marítimos contribuindo assim para o o cumprimento das funções de segurança e autoridade do Estado no mar”.
A corveta António Enes e o patrulha Zaire o único desta classe e que esteve em São Tomé e recentemente em Cabo Verde são os dois navios da Armada mais antigos ainda ao serviço.
Estepilha, das duas uma: ou antigamente faziam-se navios bons e estes ainda são melhores do que os patrulhas de hoje em dia, ou a Marinha não se importa de arriscar fazer má figura com navios a avariar sistematicamente nas águas da Madeira…
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