Apanhados no/do congresso do PS-Madeira

O palanque.

Os temas debatidos são sérios mas há sempre momentos descontraídos nos congressos partidários. E não são apenas as gaffes nalgumas intervenções mas os momentos propiciados pelo próprio congresso.

A área social.

No XXI Congresso Regional dos socialistas madeirenses -que está a decorrer no Centro de Congressos da Madeira sob o lema “Madeira, a Nossa Causa”- registámos alguns apanhados fotográficos.

A sala “meteu água”.

Desde logo o “banquinho” que serve de palanque para os congressistas mais baixinhos. Mas também vimos que a entrada da sala “meteu” água, literalmente, não fosse o dia de hoje um dia particularmente chuvoso.

O PS não quer ser bengala de ninguém.

Para dasanuviar, ali ao lado da sala, a comissão organizadora do congresso providenciou os passos perdidos para a água, o cafezinho e os dois dedos de conversa entre congressistas.

Lá dentro, apresentam-se as 13 moções sectoriais e os militantes já desmobilizam. A malta nova cá atrás e os menos jovens a ouvir.

Muitas câmaras de filmar para serviços internos e externos. Inclusivé tradução imediata para Língua Gestual Portuguesa.

Entre caras conhecidas e outras anónimas, muita gente ao telemóvel. A presidente do congresso Luísa Paolinelli chama todos à sala para a vitação. A unanimidade e aclamação.

Pausa para café…

Os jornalistas afadigam-se em diretos. As pastas e crachás dos congressitas aguardam sobre as mesas.

Nos dois ecrãs laterais intercalam-se depoimentos. São ausentes que fazem questão de estar presentes. Mas há outros que deveriam estar presentes e estão ausentes.

O discurso é da mobilização e da união.

 


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