A Iniciativa Liberal Madeira insiste novamente, em comunicado, na becessidade de se alterar a Lei Eleitoral das Eleições Regionais, de modo a permitir que se vote por antecipação e mobilidade. Algo que, sublinha, já anda a fazer desde Janeiro. O PSD, o PS, o CDS, o JPP, não fizeram nada para permitir que os madeirenses, que quisessem, pudessem votar se não estivessem na Região no dia das eleições, acusa.
“Há coisa de umas semanas o PCP, em boa hora, decidiu avançar com as necessárias alterações à lei, para permitir que mais eleitores votassem. Para tal apresentou um Projecto de Proposta de Lei à Assembleia da República, intitulado “Lei Eleitoral para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, segunda alteração da Lei Orgânica n°1/2006, de 13 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pela Lei Orgânica n.° 1/2009, de 19 de janeiro.”
Ontem, na Assembleia Regional, houve reunião da Comissão Especializada de Política Geral e Juventude, onde era suposto dar início ao processo, de maneira que a proposta subisse a Plenário para ser discutida e aprovada. Ou não, refere a IL, pela voz de Helena Figueiroa.
“O que aconteceu? Após aprovar o que lhe convinha, a reunião ficou por ali, porque as restantes iniciativas agendadas para esta reunião não foram discutidas, nem votadas, pois os Srs. Deputados do PSD e do CDS-PP abandonaram a sala. E fizeram-no porque não têm porquê não aprovar a proposta do PCP. Assim, de modo enviesado, típico de pessoas sem rigor, usam estas torpes manobras dilatórias, para não cumprirem com o que a democracia obriga. Não querem que mais madeirenses possam votar. Porque esta parte do processo não podem controlar, como normalmente controlam o restante”.
“Os Srs. Deputados Adolfo Brazão (PSD), Carlos Fernandes (PSD), Bruno Melim (PSD), José Prada (PSD), Lopes da Fonseca (CDS) são nomes a fixar. São nomes de quem tem da participação democrática uma leitura enviesada. O PSD é um partido que mete dó. O PSD Madeira brinca e goza com os madeirenses todos os dias”, sentenciam os liberais. Trata-se, dizem, de “um partido de Chico-espertos que, cheios de empáfia, nos destratam diariamente. E fazem-no sem um pingo de vergonha na cara. Com o maior dos desplantes”.
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