20 homens estão a ser assistidos por causa de “bloom” na Casa de Saúde S. João de Deus

O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira disse, hoje, que “a Madeira e o Porto Santo têm uma enorme dívida de gratidão para com a Casa de Saúde São João de Deus”.

José Manuel Rodrigues vincou que “são 100 anos de serviços aos mais débeis, aos mais frágeis, aqueles que muitas vezes eram postergados, que eram condenados ao obscurantismo”, valorizando desta forma a importância deste “ponto de abrigo para os mais frágeis da nossa sociedade”, refere uma nota da ALRAM.

O agradecimento a todos os funcionários, colaboradores e dirigentes foi feito na solenidade de São João de Deus, que assinala mais um ano da presença da instituição na Região.

O presidente do Parlamento madeirense alertou para os perigos e os desafios das novas drogas.

“Temos que continuar este trabalho até porque há novos desafios, designadamente na área das toxicodependências”, disse. “Todos estarão à altura do desafio que a sociedade lança, que é estarem junto com o sistema de regional de saúde e vencer este problema grave da nossa sociedade que provoca tantas sequelas nas nossas famílias”, concluiu.

A Casa de Saúde São João de Deus está a acompanhar 20 homens que foram vítimas de “bloom”.

Atende doentes do sexo masculino e pacientes do sexo feminino no Centro de Recuperação de Alcoólatras St. Richard Pampuri e na Unidade de Cuidados Gerais Integrados.

Tem mais de 200 colaboradores, entre quadros técnicos e não técnicos. Dispõe de 300 camas, distribuídas por várias unidades: Unidade de Agudos, Centro de Dependência de Álcool, Unidades de Reabilitação Psicossocial, Unidades de Evolução Prolongada, Unidade de Psicologia Geriátrica e Unidade de Cuidados Continuados Gerais. Possui também uma Residência Autónoma de Saúde Mental.

A missa solene, que assinalou os 100 anos de presença da Casa São João de Deus na Madeira, foi presidida pelo bispo do Funchal, D. Nuno Brás.