Presidente da ALRAM satisfeito com a realização na Madeira do Congresso Insular das Misericórdias

José Manuel Rodrigues relevou este domingo, na Horta, Açores, o facto de a Madeira ter sido a escolhida para acolher o XVI Congresso Insular das Misericórdias dos Açores e da Madeira, em 2024.

“Em 15 Congressos realizámos três. Espero que em 2024 possamos estar todos do lado das Misericórdias dos Açores e da Madeira, fazendo um congresso que possa ser um marco neste longo caminho de apoio aos mais necessitados, aos mais vulneráveis e aos mais frágeis da nossa sociedade”, declarou.

Estas palavras foram foram proferidas no final do congresso, de três dias, que terminou ontem na ilha açoriana do Faial, onde se assinalaram também os 500 anos da Santa Casa da Misericórdia da Horta.

O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira enalteceu o trabalho feito por esta instituição, nas diferentes ilhas açorianas, nas áreas da educação, saúde, ajuda domiciliária e no apoio à terceira idade.

“As Santas Casas da Misericórdia têm um papel importantíssimo nos Açores, na Madeira, no país, porque são instituições que estão próximas das populações, conhecem muito o ‘terreno’, e têm uma leitura rápida da evolução económica e social”, opinou.

Rodrigues manifestou ainda satisfação por ver uma grande delegação madeirense nos Açores, a representar as quatro Misericórdias madeirenses (Calheta, Funchal, Machico e Santa Cruz).

O Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira homenageou a Santa Casa da Misericórdia da Horta, que assinalou os 500 anos com uma Sessão Solene comemorativa do meio milénio, agraciando a instituição com uma réplica, em cristal, da “Trilogia dos Poderes”, a estátua do escultor Amândio Sousa, que simboliza os três poderes (legislativo, executivo e judiciário) e que se encontra junto ao Parlamento madeirense.