Continuam as cenas de terceiro mundo na baixa funchalense

 

O FN continua a cumprir a incómoda missão de serviço público, de trazer ao conhecimento da população o bem que se vive na “Pérola do Atlântico”. Estas imagens são fresquinhas, desta terça-feira, antes da meia-noite. Nas zonas mais turísticas e centrais da cidade depara-se com o espectáculo degradante dos sem-abrigo, vítimas crónicas do alcoolismo e da droga e que, lá de vez em quando, também perdem as estribeiras e roubam ou esfaqueiam alguém.

Felizmente que, como nos tranquilizam as autoridades policiais, governamentais e os deputados social-democratas, a situação está devidamente classificada, identificada e, supõe-se, controlada.

Por acaso o FN, ao circular no eixo Rua de João de Deus, Fernão de Ornelas, Rua das Hortas, Rua do Carmo, etc., ouve frequentemente brigas, impropérios, e muitos sãos os cidadãos que nos dão conta de agressões, vandalismo, tentativas de roubo e outros retratos de Terceiro Mundo. Mas não devem passar de exageros.

 

Por outro lado, não sabemos se alguém reparou, mas, a par do aumento de sem-abrigo, drogados, álcoolatras e etc., também aumentou o número de cães de que os mesmos se fazem acompanhar. Ao cidadão comum é exigida toda a espécie de identificação, vacinação, uso de trela, limitação do número de animais que se pode ter em casa, etc. Aos cães dos sem-abrigo, naturalmente, nada é exigido, nem aos seus “donos”. Esta situação agravou-se durante a gestão socialista da CMF, que foi surda aos nossos alertas. A nova gestão social-democrata parece estar a flexibilizar também o binómio homem/cão (neste caso, sem-abrigo-cão) nas ruas do Funchal. Mas o número de cães também deve estar controlado e identificado.