CDS “satisfeito e mais descansado quanto ao futuro da ARM”

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O Grupo Parlamentar do CDS reuniu, esta manhã, com o Conselho de Administração da Águas e Resíduos da Madeira (ARM), na sequência de uma reunião que teve, na passada semana, com o S.I.T.E. – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro Sul e Regiões Autónomas.

Tanto “o líder parlamentar António Lopes da Fonseca, como a deputada Ana Cristina Monteiro, saíram com uma perspetiva positiva de que, a médio prazo, alguns dos problemas que o Sindicato lhes transmitiu, relacionados quer com os subsídios de refeição, como com os aumentos salariais, poderão ser resolvidos”, informa o CDS em nota enviada à redação.

Segundo Lopes da Fonseca, “o Conselho de Administração da A.R.M. transmitiu-nos que, da parte da empresa, existe vontade em encontrar uma solução para que se possam resolver as diferenças que existem nos vários subsídios de refeição entre os trabalhadores da empresa, uma das reivindicações que o próprio Sindicato nos transmitiu. E esta é, certamente, uma notícia que consideramos importante transmitir”.

“Existe, também, uma perspetiva positiva de que, em breve, seja estabelecido um compromisso com a Câmara Municipal do Funchal, em que este Município passe a pagar na íntegra os custos que existem atualmente, quer com os resíduos, quer com as águas, e que passem a pagá-los a 100%. Este compromisso, a concretizar-se, significará um incremento financeiro mensal para a A.R.M. num valor superior a 400 mil euros, ou seja, cerca de 5 milhões de euros anuais que poderão resolver muitos dos problemas financeiros da empresa e que, certamente, poderão possibilitar que o Conselho de Administração da A.R.M. e os trabalhadores cheguem a um entendimento, também no que toca ao aumento salarial que tem sido tão reivindicado.”, acrescenta a nota.

O Grupo Parlamentar do CDS saiu desta reunião “satisfeito e mais descansado quanto ao futuro da Águas e Resíduos da Madeira, S.A. e à estabilidade laboral dos trabalhadores, pois há aqui um conjunto de perspetivas futuras que poderão vir a resolver-se, a médio prazo, e que irão ao encontro de algumas das reivindicações dos trabalhadores.”