Albuquerque no Chão da Lagoa para Montenegro: “Também serás determinante na nossa luta por mais Autonomia e desenvolvimento”

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“Somos um grande Partido, mas somos, acima de tudo, um instrumento ao serviço do nosso povo, ao serviço da liberdade e da defesa dos nossos direitos e garantias e é assim que iremos continuar, em unidade, ao serviço do povo da Madeira, rumo a 2023” afirmou, hoje, o Presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, na sua intervenção na grande Festa do Chão da Lagoa, numa oportunidade em que reiterou o objetivo de vencer as eleições do próximo ano, com maioria, para continuar a governar a Madeira e a garantir as respostas que os Madeirenses mais precisam.

Lembrando que a Madeira enfrentou, nos últimos dois anos, a maior e mais difícil crise económica e social de que há memória e frisando que, neste momento, a Madeira já se encontra, novamente, no caminho da recuperação, Albuquerque fez questão de agradecer “a um povo que soube estar à altura” e fez questão de afirmar que, “passados dois anos, todos os compromissos políticos foram integralmente cumpridos, já que o PSD/Madeira ganhou cinco eleições e os Socialistas foram cinco vezes derrotados”.

“E porquê? Porque fomos e continuamos a ser um Partido de gente de coragem, de gente determinada, de grandes Militantes, de pessoas que sabem ouvir o povo, que sabem ouvir e sobretudo atuar junto das populações, respondendo às suas necessidades”, destacou, agradecendo o trabalho extraordinário de todas as estruturas do Partido e sublinhando que o PSD não renega o seu passado, uma obra monumental de 44 anos, frisando que “a palavra impossível não existe para o PSD/Madeira”.

“Fomos nós que trouxemos o desenvolvimento para a Madeira e assim vamos continuar”, garantiu, ainda, o Líder dos Social-democratas Madeirenses, deixando claro que, com o PSD/M, “não há meias tintas nem conversa fiada”, que os adversários políticos estão claramente identificados e que existe uma luta política que é para ser concretizada”, desde agora e rumo a 2023.

Miguel Albuquerque que, a este propósito, reiterou, ainda, o quadro político de bipolarização que existe na Madeira – de um lado os Social-democratas e Autonomistas e, do outro, o Socialismo colonialista “que anda há 44 anos a lamber as feridas das suas derrotas” – vincando que, em 2023, o PSD/M terá a oportunidade e o grande desafio de voltar a vencer os socialistas colonialistas, que estão e sempre estiveram contra a Madeira e que estão sempre à espera de Lisboa para saber governar.

“Queremos mais desenvolvimento, mais autonomia política e queremos dar às novas gerações uma sociedade mais culta, mais desenvolvida e mais preparada para os desafios do futuro”, disse, ainda, o Presidente do PSD/Madeira, reafirmando não aceitar poderes externos ou tentativas de usurpação de poder. “Não aceitamos nem nunca aceitaremos que Lisboa queira mandar na nossa terra, porque quem manda na Madeira são os Madeirenses e aquilo que vamos continuar a exigir são mais poderes para a nossa terra e para o povo madeirense, porque somos cidadãos de primeira e a nossa luta, que continua, é uma luta em nome de uma Madeira mais livre e onde todos tenham lugar”

Albuquerque que, dirigindo as suas palavras ao Presidente Luís Montenegro, reiterou, ainda, que apoiou a sua candidatura porque tinha e tem uma convicção. “Somos e vamos ser determinantes para ganhares as eleições e seres o próximo Primeiro-Ministro de Portugal, mas também serás determinante na nossa luta por mais Autonomia e desenvolvimento”, afirmou.