Lopes da Fonseca preocupado com inflação critica PS e elogia Governo Regional

Os deputados centristas manifestaram hoje a sua “profunda preocupação com as consequências da governação do PS na República e com o que tem sucedido, sobretudo, em termos de impacto quer para as famílias, quer para as empresas, especialmente em termos do seu poder de compra e do custo de vida das mesmas”.

“Ontem”, disse Lopes da Fonseca, “tivemos conhecimento dos dados da inflação, que são profundamente preocupantes, superiores a 8%, o que significa que as famílias, nomeadamente as da função pública que tiveram aumentos na ordem dos 0,9%, estão, neste momento, a perder mais de 7% do seu poder de compra porque a inflação, estando superior a 8%, as famílias estão com uma perda só no salário, de mais de 7% em termos de poder de compra”, denunciou.

Para o centrista, a crise social e económica que se vive no país não é apenas decorrente da conjuntura da guerra na Europa, mas sim das políticas socialistas no governo central, “que têm vindo a fustigar as famílias portuguesas com a maior carga de impostos alguma vez implementada em Portugal e que as famílias e as empresas têm vindo a suportar nos últimos anos”.

Tendo em conta essa enorme carga fiscal, tendo em conta o aumento da inflação que, dizem alguns analistas, pode chegar aos dois dígitos ainda este ano, significa que vamos, certamente, viver uma situação social e económica muito grave no país, com repercussões na nossa Região e porque quem governa é o PS na República”, simplifica o líder parlamentar do CDS.

Por outro lado, a par das críticas aos socialistas, Lopes da Fonseca elogia, como não podia deixar de ser, o Governo Regional, que “tem vindo a implementar medidas na Madeira que procuram minimizar o efeito desta estratégia do governo socialista. Referimo-nos à redução do IRS para as famílias, o que significa que na Região temos taxas inferiores às aplicadas no Continente; e,  também, à redução das taxas de IRC para as empresas (temos a taxa mais baixa permitida pela Lei de Finanças Regionais para as empresas, em termos de IRC, na ordem dos 13%), o que significa que, não fora esta resiliência do Governo Regional no sentido de minimizar os efeitos da governação socialista na República, as famílias e as empresas na Região estariam em pior situação”.

“Para compensar também a crise que se tem verificado e, nomeadamente, a que decorreu da Covid-19, o Governo Regional implementou na Madeira, um conjunto de apoios que, se não tivessem sido dados, provavelmente teríamos uma taxa de desemprego superior à que se verificou o mês passado, que rondou os 5,8%”, refere.


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