MPT constata que a cidadania e liberdade não se efectivaram em Portugal

O MPT comenta, em comunicado, que o Movimento das Forças Armadas (MFA) “derrubou o regime de ditadura na madrugada 25 de Abril de 1974; regime que durante 48 anos reprimiu e tiranizou a nossa nação. Agora, 48 anos depois, a Democracia, a Cidadania e a Liberdade não estão efectivadas: o poder executivo continua a não satisfazer os pedidos de acesso a documentos a representantes do povo… quanto mais ao cidadão comum. Aqui na Região continuamos sem ter a liberdade de falar”.

Ora, o partido defende a Democracia, a Cidadania e a Liberdade pelo que manifesta neste dia a sua aspiração de efectivar estes belos ideais, e com o seu trabalho apoia-os.

“O povo continua a não ser respeitado, e as suas opiniões são deitadas no lixo. O caso mais flagrante é nas consultas públicas de estudos de impacte ambiental. Agora, alguns até defendem que só uns quantos a quem é dada a oportunidade de tirarem uns cursozitos de doutrinação política é que devem ser decisores políticos. Obviamente, que esses cursos só serão dados a cidadãos merecedores, de acordo com o poder instituído. Serão uns apparatchicks. O MPT é veementemente contra esta posição, antes pelo contrário defende que os directores regionais sejam escolhidos por concurso público, ao invés de serem escolhidos por livre nomeação do Governo Regional”, refere o MPT.

“A Batalha da verdadeira Democracia Participativa está a ser perdida na Região pois uns detêm todos os poderes incluindo, o político, económico, e o quarto poder: a comunicação social”, denuncia o partido.

“O povo, inerte, acompanha a mudança a espera de melhores dias, o Povo quer acreditar, mas de ano para ano acredita menos: basta ver os níveis de abstenção e o descrédito dos políticos”.

“O acto libertador dos capitães de Abril está a perder-se nos gabinetes e corredores da democracia. O MPT insta todos a combater pela Democracia, a Cidadania e a Liberdade. Viva a Revolução, viva aos militares de abril, Viva ao Povo, Viva Portugal”, conclui num comunicado. 


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