
O PTP vem referir que, no seguimento da notícia ontem divulgada, onde o executivo da Câmara de São Vicente anuncia um investimento de 1 Milhão de euros para construir um armazém com oficinas de serralharia e de mecânica automóvel paredes meias com habitação, “manifestamos estar contra este atentado ao plano director municipal e ordenamento do território”.
Para os trabalhistas, não é de todo aceitável que se tente resolver um problema criando um muito maior e gastando 1 milhão de euros. A zona em questão é mais apropriada para a construção de um lar de idosos que tanta falta faz ao concelho de São Vicente ou habitação social a custos controlados por ser uma zona segura e de fácil construção, refere um comunicado assinado por Quintino Costa.
“É irresponsável e uma autêntica falta de respeito pelos residentes do Sítio das Ginjas construir-se ao lado de moradias um monstro de maus cheiros e ruído permanente, quando a menos de 1 quilómetro está o parque empresarial de São Vicente, às moscas e destinado para este tipo de pavilhões e actividade industrial ruidosa como a separação de lixos, entrada e saída de camiões, suas reparações e lavagens”.
Quintino Costa acusa o presidente da Câmara de São Vicente de, mais uma vez, “pela sua incompetência falhar nas suas responsabilidades e em dar o exemplo a toda a população, pois instalar actividade industrial ruidosa em zona residencial é desrespeitar os moradores, quando foi gasto milhões para fazer um parque empresarial que está às moscas e cuja área circundante até serviu para enterrar amianto”.
Os trabalhistas criticam a insistência em “conspurcar com aval do Governo Regional e demais autoridades, uma área de importante relevância patrimonial biológica, que faz parte da Floresta Endémica da Madeira e Património Mundial. Exigimos que, em nome dos melhores interesses da população e da preservação do património natural único, que sejam repensados os investimentos em São Vicente (…)”
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