
O reconhecimento do trabalho dos colaboradores é um ponto de honra para Rita Andrade. E não se trata de retórica política. A governante coloca no cerne da sua atuação a valorização das equipas para que a máquina funcione e chegue a quem precisa de ajuda.
Em entrevista ao FN, e com grande convicção, a secretária regional da Inclusão Social e Cidadania olha para o setor público e tece considerações de mudança. “Sinto que há, por vezes, alguma falta de reconhecimento dos nossos funcionários da administração pública e temos nós, líderes, que o fazer, porque se tivermos as pessoas connosco, bem orientadas, satisfeitas e motivadas, chegamos todos muito mais longe. É isso que eu acredito. Antes de chegarmos à nossa população, que é o nosso objetivo final, servir as pessoas, melhorar as suas condições de vida, há que repensar estratégias, porque a sociedade está em constante mudança. Ora, só podemos chegar lá se tivermos os nossos colaboradores, os nossos funcionários públicos reconhecidos no seu trabalho”.
Num clima de unidade em torno de objetivos comuns, a governante considera esta prática essencial para a gestão corrente dos desafios cuja pressão é elevadíssima numa Secretaria que luta pela inclusão. “Costumo dizer que ninguém é mais importante do que outro. Só juntos é que podemos prestar este serviço final e esta é a minha filosofia de vida. Foi isto que fiz no Instituto de Emprego da Madeira, quando comecei. Falei muito com os nossos desempregados, ouvi muita gente. Criámos, nessa altura, muitos programas, porque, já tínhamos o problema do desemprego jovem que era uma das áreas de muita preocupação.”
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