IL ironiza com as candidaturas indisponíveis para “conversar” sobre Santa Cruz

A Iniciativa Liberal enviou às Redacções um propositadamente repetitivo comunicado, pela voz do candidato a Santa Cruz, Nuno Morna, relembrando que “alguma imprensa considerou que o que a Iniciativa Liberal, e outros partidos, não acrescentariam ao debate autárquico mais do que “ruído propagandístico”. Fazem parte dos que medem as coisas pelo tamanho e não pelo conteúdo”.
Com essa preocupação com o conteúdo, a IL enviou convites às restantes formações políticas e coligações, para podermos realizar uma série de conversas sobre o concelho.
É aqui que começa a repetição:
“Na passada semana fizemos um convite ao candidato do JPP, Filipe Sousa, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
Na passada semana fizemos um convite ao candidato do PSD, Brício Araujo, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
Na passada semana fizemos um convite à candidata do PS, Mafalda Gonçalves, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
Na passada semana fizemos um convite ao candidato da CDU, Dírio Ramos, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
Na passada semana fizemos um convite ao candidato do PTP, José Manuel Coelho, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
Na passada semana fizemos um convite ao candidato do Chega, Nélio Gouveia, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
Na passada semana fizemos um convite ao candidato do RIR, Renato Abreu, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
Na passada semana fizemos um convite ao candidato do VOZ, Roberto Jardim, para termos uma conversa. Não era um debate. Era uma conversa.
De todos os convites que endereçámos, só recebemos resposta de Roberto Jardim, da coligação VOZ, que merece todo o nosso respeito e admiração, por perceber que conversar não dói e que nas diferenças podemos sempre encontrar pontos em comum. Por ter a educação de responder.
Mostrou também que está connosco quando defendemos que em primeiro lugar está Santa Cruz e depois o resto”, refere Nuno Morna.
“Da nossa parte fica a vergonha alheia pelos restantes candidatos. Mas é isto o que temos: a recusa da troca de ideias, a cobardia de não querer ouvir a diferença. É o que vamos continuar a ter. E somos nós os acusados do tal de “ruído propagandístico”…”, conclui o comunicado.